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Sumário 1. Introdução - As narrativas aparentes.................11 2. A constituição simbólica da memória.................25 2.1. Não há nada tão invisível quanto o monumento...39 2.2. Um enredo conhecido........................................44 2.3. Bens simbólicos como estratégias legitimadoras...47 2.4. Onde se vê menos, onde se é mais completamente igno-rado...................................................................................... 50 2.5. O patrimônio como cânone: a consagração.............55 3. “Ficçando” a nação..............................................67 3.1. Gustavo Barroso: primeiras instâncias do patrimônio...69 3.2. O homem de letras e a legitimação do real...............78 3.3. Do gênero impuro ao texto da memória....................87 4. Hoje nós somos para quase toda a gente..................95 4.1. Mário de Andrade e os relatos da diferença.............99 4.2. O texto da cidade de pedra.....................................103 4.3. Identidades na exclusão: a construção cotidiana da me-mória.................................................................................... 106 5. Interstícios da memória: Gustavo Barroso e Mário de Andrade....................................................................115 5.1. Textos de constituição..........................................119 5.2. Cultura vale como pão...e outras coisas.................122 5.3. As relíquias falam na sua mudez aparente..............128 6. Conclusão – às portas de Triunfo............................137 7. Referências bibliográficas......................................143 8. Bibliografia...........................................................143
| Editora | Ágora da Ilha |
| Autor | Cláudio do Carmo Gonçalves |
| Formato | |
| Leitor | Drumlin Security |
| Impressão | Não permitida |
| Seleção | Não permitida |
| Frete | R$ 0,00 (Download imediato) |
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