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Ver maior Neste livro, a filósofa Maria das Graças de Souza, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, mostra que é possível encontrar uma unidade de pensamento na multiplicidade de textos e abordagens do filósofo francês. Para a autora, é no naturalismo materialista que Diderot amplia a exigência de uma crítica racional da representação teológica do mundo, atribuindo à totalidade material tudo o que a tradição até então tinha considerado fruto da transcendência. A vida pública e a história seriam determinadas por necessidades materiais, sem nenhum tipo de crença em nenhuma forma de panteísmo. Segundo Diderot, o pensamento materialista, portanto, não se destina a manifestar uma realidade oculta no sentido místico, mas a ter uma clareza muito maior na explicação da natureza do mundo.
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Introdução
Parte 1
A possibilidade das coisas
I A visão do cego e o delírio dos videntes
II A grande cadeia dos seres
III Fisiologia e materialismo
IV As metáforas do sonho
Parte 2
O paradoxo do sábio
I Moral e espécie
II Prazer e política
III Natureza e revolução
Conclusão
Bibliografia
| Editora | Unesp |
| Autor | Maria das Graças de Souza |
| Formato | |
| Leitor | Drumlin Security |
| Impressão | Não permitida |
| Seleção | Não permitida |
| Frete | R$ 0,00 (Download imediato) |
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